Eu precisava falar, gritar talvez, tudo que tá guardado aqui, tudo que tá exprimido aqui, mas como uma criança que sente medo do escuro ou de ficar sozinha, eu também tenho medo, sinto medo que não entendas, que não aceites. Tenho medo que você não fique.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
Gabito Nunes - Que seja do seu jeito
Eu tenho vergonha do meu orgulho. Resisto às investidas da alegria, da plenitude, das letras do pop do nosso rádio sempre em sintonia. Não deixo a casca se formar nas minhas feridas, fico cutucando a mim mesmo com vara curta. Eu poderia listar 101 motivos pra gente não acreditar demais numa paixão que existe por acidente e por acidente pode nos deixar na mão, pois sabes, é impossível prever o banal, quedas de avião e caras mais interessantes do que eu.
Mas tudo bem. Tudo bem. Paro de falar, de pensar, de obedecer meus ímpetos caiofernandoabrelísticos e vou ficar aqui, te olhando com cara de bobo e os dentes postos a rir sem parar, sem motivo qualquer, exercitando os músculos atrofiados da minha cara amassada das noites agora bem dormidas. É o que dá pra fazer agora. O que resta é esperar, mesmo que esperar alguma coisa do amor seja o mal do século depois do vírus Ebola e o Roberto Justus cantando.
Sempre que crio coragem pro amor, me enrolo na linha tênue de me perder no fundo de você. E eu mal me espreguicei e já ganhei uma gaveta. Ninguém nunca me deu uma gaveta. Nela, vou acomodar minha bagunça. Sem separar o que é sentimento, o que é egocentrismo, o que é necessidade física. Procuro o manual em alguma lista de revista enquanto minha paranoia engorda com sua mesa bonita pro café.
Então me ensina. Me fala de cores. De sonhos. Sobre quantas colheres de açúcar. De listas de melhores bandas da última década. Tenho pressa em aprender a te entreter. Sou eu só, contra um mundo de ofertas mais altas que a minha. Não sei quanto tempo há antes de voltar sua vontade andar nos próprios joelhos. Para alguém sem parentesco com a pontualidade, ganhar tempo é quase desesperador.
Depois de pegar essa mania besta de querer voltar no tempo ou desejar que ele passe logo, eu queria que o tempo pudesse parar só dessa vez. Quem acredita nessa coisa de que nada dura pra sempre, nunca se apaixonou de verdade e não conheceu a estabilidade perturbadora do caos.
Mas parei de falar. Vou buscar um chá e te observar trabalhando nas planilhas do seu computador mais um pouco, mesmo sendo nós uma dupla de péssimos planejadores. Mas antes que seja tarde, me promete uma coisa: que não vai rir se acaso me fizer chorar. Ok. Pra que não seja mais uma vez tudo igual, que seja do seu jeito.
Mas tudo bem. Tudo bem. Paro de falar, de pensar, de obedecer meus ímpetos caiofernandoabrelísticos e vou ficar aqui, te olhando com cara de bobo e os dentes postos a rir sem parar, sem motivo qualquer, exercitando os músculos atrofiados da minha cara amassada das noites agora bem dormidas. É o que dá pra fazer agora. O que resta é esperar, mesmo que esperar alguma coisa do amor seja o mal do século depois do vírus Ebola e o Roberto Justus cantando.
Sempre que crio coragem pro amor, me enrolo na linha tênue de me perder no fundo de você. E eu mal me espreguicei e já ganhei uma gaveta. Ninguém nunca me deu uma gaveta. Nela, vou acomodar minha bagunça. Sem separar o que é sentimento, o que é egocentrismo, o que é necessidade física. Procuro o manual em alguma lista de revista enquanto minha paranoia engorda com sua mesa bonita pro café.
Então me ensina. Me fala de cores. De sonhos. Sobre quantas colheres de açúcar. De listas de melhores bandas da última década. Tenho pressa em aprender a te entreter. Sou eu só, contra um mundo de ofertas mais altas que a minha. Não sei quanto tempo há antes de voltar sua vontade andar nos próprios joelhos. Para alguém sem parentesco com a pontualidade, ganhar tempo é quase desesperador.
Depois de pegar essa mania besta de querer voltar no tempo ou desejar que ele passe logo, eu queria que o tempo pudesse parar só dessa vez. Quem acredita nessa coisa de que nada dura pra sempre, nunca se apaixonou de verdade e não conheceu a estabilidade perturbadora do caos.
Mas parei de falar. Vou buscar um chá e te observar trabalhando nas planilhas do seu computador mais um pouco, mesmo sendo nós uma dupla de péssimos planejadores. Mas antes que seja tarde, me promete uma coisa: que não vai rir se acaso me fizer chorar. Ok. Pra que não seja mais uma vez tudo igual, que seja do seu jeito.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Adjetivos personalíssimos
Por vezes me pego refletindo sobre a importância de realmente pensar naquilo que se diz.
Se falas para diferentes pessoas que essa é "a melhorzinha", quem é mesmo? O que significa isso. Adjetivos personalíssimos devem ser utilizados para, apenas, uma pessoa. É claro, isso em um mesmo espaço de tempo.
Penso da mesma forma, quanto as curtidas no facebook. Se curtes tudo de todos, qual é o objetivo? Isto simboliza falsidade, não parece claro? Neste ponto, vou mais além. Se uma pessoa posta algo que simboliza uma tristeza ou qualquer coisa ruim, por que curtir? A mensagem parece esta: "curti sua infelicidade." Não vejo razão de ser. Ok, me respondam que é pela forma que a pessoa escreveu que aí os compreenderei.
Agora, e como não chegar a este ponto clichê? Se amas todos, como podes amar alguém?
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Alívio
alívio: refrigério, conforto, consolação
1 diminuição de peso ou carga
Ex: Alívio do peso.
2 diminuição de sofrimento
Ex: As dores passaram. Que alívio!
Alívio é uma das melhores sensações que se pode ter. Você está ali: tenso, estressado, preocupado e é então que vem a solução e você pensa: "UFA! Que alívio!" Logo após o alívio, vem, normalmente, uma felicidade intensa. É, adoro o alívio!
#alivio no twitter:
¹ Que blz, tive um pequeno inferno astral de 7 horas. Vôou pra longe. Que legal. (Por mim.)
² Fiz prova no Detran para tirar CNH novamente... passei 8 e pouco, quando ela falou 8 eu ja levantei e fui sem saber os décimos.. (Por ftodesco)
³ ingressos da beyoncè comprados! (Por ericksousa)
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Quanto ao nome do blog:
Fui questionar a uma amiga muito sábia qual o nome que eu deveria colocar no blog, foi então que ela me perguntou: "O que tu quer com o blog?" Eu respondi: "Algumas vezes falar coisas sem nexo, algumas vezes desabafar, algumas vezes botar textos prontos, algumas vezes botar músicas." Grande conclusão foi a que ela chegou: "Então bota o nome algumasvezeseu". Feito!
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